quinta-feira, 20 de março de 2014

Dia do Pai 2014 - trabalhos relizados pelos alunos do 1º Ciclo dos Salesianos Porto - Colégio

       Mais um dia do Pai que passou e como sempre, os nossos alunos prepararam lindos presentes para os seus pais.
 
Despeja bolsos com a professora Susana Gama do 1º ano
 
Materiais:
- papel esponja, também conhecido como papel Eva.
- fio colorido para segurar e decorar os cantos.
 
 
 
 
 
 
Bases para copos com a professora Mafalda Gomes do 2º ano
 
Materiais:
- cortiça.
- tintas de água.
 
 
 
 
 
 
 
 
Canecas com a professora Carla Ribeiro do 3º ano
 
Materiais:
- canecas de loiça lisas.
- tintas acrílicas
 
Postal
- cartolina e laço de cetim.
 
 
 
 
 
Despeja bolsos com a professora Ana Arada do 4º ano
 
Materiais:
- papel esponja, também conhecido como papel Eva.
- lã para decorar à volta e segurar os cantos.
- agulha de lã


 
 

Postal
- cartolina.
- materiais variados para o decorar.


      








 








Pai, preciso de ti
Agora, aqui.
Grande, grandinho
És muito fofinho.

Pai, és feliz
E eu também
Porque me quiseste
E eu agora estou bem

Pai, meu querido pai
És o melhor do mundo
Se tu não estivesses aqui
Como é que eu viveria?
Beatriz Pereira
 
 
Mal o despertador toca
abres logo a porta.
Vais-me levar à escola
para eu trabalhar com a cola.
 
Às vezes chateias-te comigo,
mas eu gosto de estar contigo
Às vezes és exigente.
mas eu continuo a ser obediente.
Pai, agora,
nesta hora
vou-te dizer bem alto:
-Adoro-te!
Ana Rita Cabeço


O pai estava no jardim
E ouviu um trrim trrim.
Era o telefone
Que tinha o toque de um xilofone.
 
Foi a casa da avó
Ouvir o cocorococó.
Estava lá um porco
Que me deu um soco.
 
Estava lá um cão
Que não gostava de sua mão.
Ele levantou
e depois cantou.
Hugo Carvalho

Pai, pai,
Gosto muito de ti.
Espero que gostes
Do que faço para ti.

Pai, pai,
És o número um
Como tu,
Não há nenhum.

Pai, pai,
Fica cheio de alegria
Espero que gostes
Do teu dia.
Bárbara Faria

Pai, meu amigo
Estás sempre comigo
Até ao anoitecer
Até eu adormecer.
 
És o melhor pai do mundo
Estás sempre no fundo
Do meu coração
És mais doce do que o melão
 
Quando toca o telemóvel
Vejo-te no automóvel
Com o rádio bem alto
Para eu dar um salto.
Luana Meireles
 
 

 
Feliz dia do Pai!
Ana Arada 

sábado, 8 de março de 2014

"História com Recadinho" de Luísa Dacosta

Um livro 
     Desejas um tapete mágico que, num abrir e fechar de olhos, te leve aos confins da Terra?
    Uma máquina de viajar no tempo, para o futuro a haver, desconhecido, para o passado histórico ou para aquele em que os animais falavam?
    Companheiros para correrem contigo a aventura de mares ignorados e de ilhas que os mapas não registam?
     Conhecer mundos para além do nosso sistema solar, a anos-luz da nossa galáxia, sem necessidade de foguetão?
     Saber a idade de uma pedra ou os mistérios da realidade, das águas, dos bichos, dos pássaros e das estrelas?
     Descobrir a arca encantada, onde se guardam os vestidos "cor do tempo", das princesas de "era uma vez", aquelas que se transformavam em pombas ou dormiam em caixões de cristal, à espera que o príncipe viesse despertá-las?
     Desfolhar as pétalas do sonho no país da noite?
    Abre um livro.
    Um livro é tudo isso de cada vez e, às vezes, ao mesmo tempo.   
   Um livro permite-te contactar com outras imaginações, outras sensibilidades.
    É a possibilidade de estares noutros lugares, sem abandonares o teu chão, de ouvires pulsar outros corações, de vestires a pele humana de outro ou outros. Sem deixares de ser tu.
    E com o livro a varinha de condão não está na mão das fadas, está em teu poder.
   É do teu olhar, de cada vez que te dispões a ler, que nascem aqueles mundos, caleidoscópicos, de maravilha – e só desaparecem quando fechas o livro.
   Mas, a um gesto do teu querer, voltarão a surgir sempre, sempre, sempre…
 Luísa Dacosta (introdução à obra História com Recadinho)
 
      No final do mês de janeiro trabalhei esta obra, que faz parte das metas curriculares e que nos ensina a dar, sem estar à espera de nada em troca, fazer o bem por fazer, mantendo-nos "invisíveis".
 
      Inicialmente analisamos a capa, as informações nela contidas e a ilustração. Em seguida pedi a cada aluno que, mediante o título e a imagem da capa, dissessem uma frase para em conjunto construirmos uma história, tentando imaginar do que se trataria a história que iríamos ler. Saiu uma história engraçada, mas que nada tem a ver com a história da obra!
 
         Era uma vez uma bruxinha que nasceu no reino das bruxas. Ela era muito bonita e simpática, mas sabia que as outras bruxas eram más. As bruxas faziam mal à bruxinha, insultando-a e batendo-lhe, por ela ser diferente delas.
         Ela vivia num sítio muito agitado, ouvia-se gritarias e era obrigada a trabalhar. Ela não gostava daquele sítio por a obrigarem a trabalhar.
         Um dia as bruxas más obrigaram-na a limpar o chão e ela não o fez. As bruxas ficaram muito zangadas com a bruxinha e castigaram-na. A bruxinha ficou muito triste e disse que não gostava delas.
         A bruxinha, como não gostava das bruxas, decidiu fugir para o reino mais próximo que não tivesse bruxas. Ela foi parar ao reino da Fantasia e lá conheceu um amigo que se chamava Joaquim.
         Eles foram passear e a bruxinha ficou espantada com o facto de as outras bruxas estarem lá e os terem assustado.
         Quando a bruxinha viu as bruxas, decidiu fugir com o Joaquim para uma terra que ninguém sabia onde ficava. Essa terra chamava-se a Terra do Amor.
        Quando lá chegaram repararam que estavam num túnel onde era tudo vermelho e mágico. Lá tinha vários corações e casas muito grandes e vermelhas. A bruxinha Mimi e o Joaquim foram até ao fim do túnel para descobrir onde ele ia dar.
        Quando chegaram ao fim do túnel, viram o lago do amor que tinha um arco-íris por cima e cisnes. Mas as bruxas encontraram-nos e transformaram-nos em sapos.
         O Joaquim e a Mimi, beijaram-se e transformaram-se em príncipes. As bruxas caíram ao lago e morreram. E os príncipes casaram-se e viveram felizes para sempre.
            Autores – alunos do 4º ano de escolaridade do Colégio Salesianos Porto
 
      Terminada a história pedi aos alunos que respondessem à questão: Que recadinho terá a autora para nós?
 
      O recadinho que terá para me dar a Luísa Dacosta que sempre que fazemos o bem recebemos mais em troca. (Tomás Salgado)
      O recadinho que a autora tem para me dar é que devemos ser amigos de todos, mesmo que sejamos diferentes. (Diogo Gama)

       O recadinho que terá a autora para me dizer é para sermos amigos de todos. (Hugo Carvalho)
 
      A obra inicia com um texto sobre o livro. Então, antes de começarmos a ler a história, pedi aos alunos que me respondessem à seguinte questão: O que é para mim um livro?
 
      Um livro, para mim, é tudo de bom, desde a história em si, até ao que o livro me transmite. (Diogo Dias)
      Um livro para mim é uma história com um final deslumbrante. (Telmo Ferreira)
 
      Um livro é um objeto que nos faz aprender. (Hugo Carvalho)
 
        Esta obra não apresenta um vocabulário simples de compreender, pois apresenta algumas expressões bastante simbólicas que não podem ser lidas à letra, mas sim interpretadas e compreendidas, como por exemplo: "...sorriso emoldurado por cachos de caracóis...", "...arrepiavam como guinchos de portas ferrugentas.", "... córregos d'água penteavam ervas...". Posto isto, fomos analisando o texto calmamente e tirando conclusões sobre o significado das mesmas, de forma a compreendermos melhor a história.
 
        Nas várias obras que trabalho com os alunos, peço várias vezes que ilustrem determinadas partes da história. Na minha opinião, a ilustração é uma maneira de compreender a história e mostrar que está a compreender o que está a ler, pois obriga-os a estarem atentos a certos pormenores, lerem e relerem, de forma a retratarem com o máximo de pormenor possível a descrição feita pelos autores. Outro aspeto importante na ilustração é a comparação com as ilustrações dos colegas, que, apesar de ter vários pontos comuns, são sempre diferentes. Daí eu insistir sempre que, quando estão a responder às perguntas de interpretação dos textos, devem procurar as respostas no texto e não na ilustração, pois esta depende, em grande parte, da interpretação e imaginação do ilustrador.
        Posto isto, quando chegamos à parte da história em que a bruxinha chegou ao mundo dos homens e a autora o descreveu, pedi aos aluno que representassem numa folha A4 o mundo das bruxas e o mundo dos homens, atendendo às descrições feitas pela autora.
 
 
       Com esta obra, aproveitei para fazer uma ligação à matemática, pois a dada altura, quando descreve as borboletas, a autora usa a seguinte expressão "o laminado frágil e simétrico das asas". Coincidentemente estávamos a trabalhar as simetrias de reflexão na área disciplinar de matemática e propus aos alunos que decorassem umas borboletas de forma simétrica. Desta forma também trabalhei a área da expressão plástica e já temos a sala decorada para darmos as boas-vindas à primavera. É muito bom quando podemos trabalhar diferentes áreas a partir, neste caso, de uma obra.
 
 
       Frustrada com o facto de todos fugirem dela, a bruxinha, triste, faz a seguinte reflexão: "... ninguém a aceitava e (...) que praticar o bem era, afinal, uma tarefa difícil."
       Com esta frase, lancei a discussão se realmente é difícil praticar o bem. Claro que a maioria disse que não, mas eu encaminhei a reflexão para as pessoas que são diferentes, aquelas que nos ensinaram que se se vestirem de determinada forma ou tiverem determinado aspeto não deveríamos confiar. Então, questionei-os se confiariam nessas pessoas para os ajudarem ou se também fugiriam. Terminada a chuva de ideias, pedi aos alunos que registassem as suas reflexões no seu caderno do projeto Pensar e Agir (ver http://darmaiseb1.blogspot.pt/2013/05/projeto-pensar-e-agir-project-think.html).

                Eu concordo com a bruxinha, que praticar o bem é um bocado difícil, porque há pessoas a dizerem-nos para fazer coisas más, e nós fazemos sem pensar antes. (Hugo Carvalho)

             Eu concordo com a bruxinha, porque há pessoas que praticam o bem e há pessoas que praticam o mal e os animais pensavam que era um truque para os matar. (Luana Meireles)

             Eu acho que praticar o bem é um bocadinho difícil, porque é preciso aceitar alguém  e ninguém aceitava a bruxinha. (Diogo Gama).
 
       Após as reflexões, continuamos a ler o texto até à parte em que a bruxinha se encontrava muito triste e frustrada por não conseguir ajudar as pessoas encontrando-se num dilema: "Se despisse a sua capinha perderia todos os seus poderes, com ela ninguém a aceitava." Então, pedi aos alunos que "resolvessem" o problema da bruxinha, prevendo como iria terminar a história, iniciando os seus textos com a seguinte expressão: Na manhã seguinte...
 
                Na manhã seguinte, a bruxinha mais fresca, decidiu ir dar uma volta na sua vassoura para conhecer melhor o mundo dos humanos, mas sem se aproximar de nenhum ser vivo.
                Ela pensou, pensou e teve uma ideia. E se ela, com os seus poderes mágicos, se transformasse num humano? Então, a bruxinha pegou no seu livro de magia, que tirou da escola de bruxaria e…
                - Alacazum…!... – transformou-se num humano. À noite, a bruxinha, saiu com uns meninos, mas esqueceu-se que o efeito só durava 10 horas e transformou-se novamente em bruxa. Todos correram em direções diferentes. A bruxinha, já cansada, foi novamente para a nuvem-berço dormir.
                No dia seguinte, a bruxinha acordou com uma ideia espantosa – ela tirava a capa de dia e à noite voltava a pôr a capa.
                Nesse dia, arranjou um esconderijo para colocar lá a capa e, num abrir de fechar de olhos, era humana. Nessa noite, quando ia colocar a capa, uma menina viu-a e ficou espantadíssima. Ela queria ser também uma bruxa! A bruxa também ficou espantada, porque ela não fugiu. Elas tornaram-se amigas e a bruxinha, às vezes, emprestava-lhe a capa para ser uma bruxinha durante alguns minutos. Com isso, arranjou muitos amigos e uma escola.
                No Carnaval, ambas foram de bruxa e a bruxinha mostrou-lhes alguns dos seus truques, com a ajuda da sua amiga.
Diogo Dias
 
 
               Na manhã seguinte, a bruxinha tentou pensar numa maneira de ter uma amiga. Subiu para a sua vassourinha e começou a procurar crianças para brincar. Viu muitas meninas a saltar à corda e decidiu ir lá ver. A bruxinha ia começar a saltar, mas quando a viram, todas as meninas fugiram deixando-a para trás.
                A bruxinha sentou-se no meio do chão a pensar:
                - Se não tirar a capa, como vou fazer amizades?
                A bruxinha por mais que pensasse não encontrou nenhuma solução. De repente, ouviu uma menina a brincar. A bruxinha começou a observá-la e viu que não estava a brincar com ninguém, mas percebeu que se estava a divertir com uma amiga imaginária. Por isso, a bruxinha, para não a assustar, decidiu ela inventar uma amiga imaginária. A Bruxinha chamou-lhe Ana e assim, todos os dias, brincava com ela sem ter que tirar a capa.
Bárbara Faria
 
                Na manhã seguinte, a bruxinha pensou… pensou… pensou… até que lá encontrou uma solução e lá a fez. Foi à procura das meninas e lá as encontrou. Ao princípio elas fugiram, mas ela disse:
                - Não sou uma bruxa como as outras, eu nasci diferente. Não sou maléfica e, se não vão ser minhas amigas por ser uma bruxa, pensem… Se fossem uma bruxa como eu e tivessem nascido em vez de más, boas e eu fosse uma rapariga humana, eu compreenderia e ficava vossa amiga. Por isso, acreditem em mim e sejam minhas amigas.
                As meninas ao ouvirem isso compreenderam e ficaram todas as melhores amigas!
Ana Rita Cabeço  

 
      Quando terminaram as suas histórias, os alunos partilharam-nas com os colegas. Em seguida terminamos a leitura da obra descobrindo afinal qual é o recadinho da autora e refletimos sobre as seguintes questões: Será que a bruxinha existe? Se sim, quem será? ; Como fazer chegar o recado da autora à bruxinha? As respostas foram várias e algumas bem originais!
 
 
      Esta obra permite-nos trabalhar não só o português, como outras áreas disciplinares, como foi referido anteriormente, mas também um aspeto fundamental na nossa vida em sociedade por vezes bastante esquecido: dar sem esperar receber nada em troca. Esta ideia de ser "invisível" quando praticamos as nossas boas ações, nem sempre é fácil concretizar e transmiti-la às nossas crianças, mas não deixa de ser um lindo valor a ensinar: ajudar por ajudar, porque é bom e faz-nos sentir bem! 
 
      Boas leituras para todos!
Ana Arada


terça-feira, 4 de março de 2014

Uma ajuda na resolução de situações problemáticas

 
      Os problemas sempre foram e serão um problema! A maior dificuldade, na minha opinião, reside na interpretação do enunciado, perceber quando vamos ter que subtrair, somar, dividir ou multiplicar. Esta dificuldade agrava-se quando o exercício em questão necessita de mais do que um passo para o resolver.
 
        Perante esta dificuldade com os meus alunos, que se encontram no 4º ano, decidi regressar um pouco à base fazendo uma pequena atividade que os ajude na resolução das diferentes situações problemáticas.
 
       Inicialmente afixei no placar o nome das diferentes operações com os respetivos sinais e recordamos oralmente as características e quando utilizamos cada uma dessas operações.
 
 
 
          Em seguida entreguei algumas frases/palavras aos alunos para que eles lessem, analisassem e refletissem qual seria a operação necessária para resolver essa questão.
 
 
 
 
        Após a descoberta de qual a operação que deveriam utilizar para resolver a questão, eles afixaram a mesma no placar, por baixo da operação pretendida. No final sublinharam as palavras chave.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
      No final resolvemos algumas situações problemáticas até três passos, sublinhando as palavras chave, retirando os dados necessários para resolver o exercício e registando os passos dados nessa resolução.
        Depois desta atividade, a maioria dos alunos passou a ser mais cuidadosa e atenta na resolução dos problemas, consultando várias vezes o placar para os ajudar.
       Esta é mais uma estratégia que partilho que pode ajudar as nossas crianças a superar as suas dificuldades nesta tarefa onde normalmente manifestam grandes dificuldades.
       Bom trabalho!
 Ana Arada

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Atividades de Matemática - Sólidos geométricos

      Cada vez mais sinto a necessidade de concretizar e permitir que os alunos manipulem os objetos, pois de outra forma têm imensa dificuldade em conseguir compreender muitos dos conceitos matemáticos que apelam à abstração.

       Volume, 3D, poliedro, não poliedro, sólido geométrico, faces, vértices.... o que é isso???

      Esta semana decidi trabalhar de uma forma diferente esta matéria e, como os alunos responderem bem e foi bastante benéfica para a maioria, decidi partilhar esta atividade relacionada com os sólidos geométricos.

       Estou com um grupo de 4º ano, como tal,  para esta atividade já contava com algum conhecimento prévio sobre a temática por parte dos alunos.

         Inicialmente abri a caixa do material de apoio que acompanha o manual do Alfa da Porto Editora, que é um material fantástico. Não só tem os sólidos geométricos em tamanho grande, como é possível tirá-los da embalagem de plástico e abri-los, permitindo ter conhecimento da planificação dos mesmos.

        Coloquei os sólidos em cima de uma mesa e analisámo-los recordando algumas características de cada um. Em seguida indiquei 4 mesas, previamente preparadas, e que cada uma dessas mesas correspondia a um grupo. Então, pedi a alguns alunos que dividissem os sólidos por esses grupos segundo critérios criados por eles. Os mais astutos rapidamente formaram grupos do tipo: rolam/não rolam; pirâmides/prismas/outros; etc.

 
       Em seguida eu acrescentei os sólidos de madeira que pertencem à caixa métrica e passei a orientar a atividade, atribuindo nomes aos diferentes grupos: poliedros/não poliedros/outros; primas/pirâmides/cilindros/outros; uma base/duas bases/sem base; etc. Porque tinha sempre a opção de "outros" mesmo quando sabia que iria ser um conjunto vazio? O motivo foi para verificar se eles estavam a compreender o que estavam a fazer, se colocassem lá algum sólido depois refletíamos em conjunto, retirando, assim, as suas dúvidas. 


 
        Curiosidade: assim que misturei os sólidos de madeira com os do Alfa, os alunos revelaram alguma dificuldade em selecionar as pirâmides todas ou os prismas, pois achavam que eram diferentes. Foi uma dificuldade pela qual não esperava. Então tive que, com eles, recordar constantemente quais as características de cada um para eles conseguirem coloca-los no respetivo grupo.
      
       Em seguida elaboramos diagramas de Venn para registar os conjuntos formados e verificar que, em alguns casos, existiam sólidos que pertenciam aos dois conjuntos (ex: faces planas/faces curvas), logo tiveram a necessidade de os intercetar.
 
       Após a atividade inicial, passamos à observação dos sólidos individualmente recordando os conceitos de aresta, vértice e face. Também recordamos as características de cada sólido ou conjunto de sólidos e alguns casos em particular como o cubo e o paralelepípedo.
 
        Em seguida, entreguei o material Polidron, um material fantástico para trabalhar não só os sólidos, como as figuras geométrias, simetrias, pavimentação, entre outras temáticas. Para realizar a tarefa, formei 4 grupos de 4 elementos e um de 5 elementos. A primeira atividade que pedi foi que construíssem os sólidos com os quais estivemos a trabalhar.
 
      Observando as peças e por tentativa e erro, eles descobriram logo que não podiam construir todos os sólidos como por exemplo a esfera, o cilindro e o cone.
 
 
       Em seguida, conversamos sobre o facto de haver mais figuras com volume como as que lhes havia apresentado numas imagens que eram consideradas também sólidos, pois algumas constituíam partes de sólidos ou eram resultado da junção de vários sólidos, dando origem a um novo. Então, pedi que "inventassem" um novo sólido, lhe atribuíssem um nome e no final teriam que apresentá-lo aos colegas e identificar quais os sólidos que faziam parte da sua "criação". 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
           Após esta tarefa, pedi aos alunos que construíssem a planificação do cubo e da pirâmide mas que verificassem se quando "fechavam", se formava o sólido geométrico pedido. A primeira planificação do cubo, curiosamente, foi igual em todos os grupos. Então, como tarefa seguinte pedi que descobrissem outras maneiras de planificar o cubo, de forma a que quando "fechassem" formasse o sólido corretamente.













































 
 
 
         Findo o trabalho e apresentadas as diferentes planificações, os alunos realizaram as tarefas propostas no manual de Matemática e respetivo livro de fichas.
 
        Esta atividade correu bastante bem, e à medida que os alunos se sentiram mais à vontade para manipular os diferentes materiais, mais rapidamente adquiriam o conhecimento e rapidamente resolveram os exercícios. Engraçado, que contaram faces, vértices e arestas nas figuras representadas no papel com uma rapidez e facilidade fora do comum, coisa que, normalmente, têm sempre mais dificuldade.
 
        O facto de esta atividade ter sido bastante benéfica, não resisti em partilhá-la, espero que seja útil nas vossas práticas.
 
       Bom trabalho!
Ana Arada

 

sábado, 11 de janeiro de 2014

Colégio Salesianos Porto - Candidaturas 2014 / 2015

A Fundação SALESIANOS, Estabelecimento          SALESIANOS do Porto, é um lugar de educação que se propõe ajudar as famílias a promover:
 - o pleno desenvolvimento da personalidade dos alunos;
  - a progressiva autoestima e a capacidade de ser protagonistas e responsáveis do próprio processo educativo;
 - a formação no respeito pelos direitos e liberdades fundamentais da pessoa;
- a formação para a convivência e para o respeito da pluralidade cultural e religiosa;
  - o desenvolvimento de atitudes que favoreçam a participação responsável na vida social e cultural;
  - o compromisso na construção de uma sociedade na qual seja possível a paz, a cooperação e a solidariedade entre os povos.
 
      Como escola católica, procuramos:
  - promover a formação integral dos alunos e alunas de acordo com uma conceção cristã da pessoa, da vida e do mundo;
 - criar um ambiente que favoreça o testemunho e a ação evangelizadora dos crentes;
 - propor, para quem o deseje e num clima de liberdade, itinerários de educação na Fé;
 - colaborar com outras forças sociais comprometidas na construção da sociedade.
 

       A escola salesiana tem a sua raiz e fundamento na experiência educativa de Dom Bosco. É nesta experiência que se inspiram os princípios e critérios de ação:
  - é popular, livre e aberta;
 - cultiva um ambiente de família que educa;
 - coloca o aluno no centro do processo educativo;
 - destaca a personalização das relações educativas mediante a presença dos educadores no meio dos alunos;
 - favorece a participação corresponsável de todos;
 - promove a solidariedade com os mais necessitados e outras entidades;
 - “Educa evangelizando e evangeliza educando”.

Processo de Candidatura e Aceitação
 Processo consta de três fases principais:

 1- Candidatura | No ato da candidatura, devem ser entregues os seguintes documentos:
• Ficha de candidatura, preenchida integral e corretamente. Esta ficha é fornecida pela secretaria.
• Fotografia, tipo passe, atualizada.
• Fotocópia do bilhete de identidade, n.º de contribuinte ou cartão de cidadão. (Do ensino infantil ao 4.º ano ainda se aceita fotocópia do boletim de nascimento).
 
Candidatos ao 1.º ano:
• Fotocópia da última ficha informativa da escola que frequenta. (Dispensados apenas os que não frequentam o ensino pré-escolar).

Candidatos do 2.º ao 12.º ano:
• Fotocópia das avaliações finais do ano letivo anterior.
• Fotocópia das avaliações do 1.º período do ano letivo corrente, acompanhadas dos originais para conferência.
 
     Não se aceitam processos incompletos.
 
   As candidaturas entregues após o prazo estabelecido ficam condicionadas às vagas restantes.

 2- Entrevista com o candidato | Início a 13 de janeiro. A entrevista será agendada no ato de candidatura e terá uma duração média de 30 minutos. Na entrevista devem estar presentes os encarregados de educação e o candidato.
 
3- Admissão | Os critérios de admissão traduzem-se numa pontuação atribuída de acordo com a informação recolhida na entrevista e bonificação nas seguintes situações:
• Por princípio, qualquer candidato irmão de aluno dos SALESIANOS do Porto, será aceite.
• Candidato filho de educador dos SALESIANOS do Porto | 30%
• Candidato filho de antigo aluno dos SALESIANOS do Porto | 20%
• Candidato irmão de antigo aluno dos SALESIANOS do Porto | 20%
• Candidato que frequenta uma atividade extracurricular nos SALESIANOS do Porto | 10%
. Candidato filho de colaborador de empresa protocolada com os SALESIANOS do Porto | 10%

      A aceitação na escola será comunicada telefonicamente. Os candidatos que ficarem em espera serão informados por carta. As datas de comunicação irão depender do ano ao qual o aluno concorre.
 
NOTA: Por razões de organização e gestão, pertence exclusivamente aos SALESIANOS do Porto a iniciativa da comunicação.

Critérios de Aceitação

Família   

        A Escola Salesiana privilegia a união da família no ambiente escolar e educativo, considerando também como irmãos os jovens que vivam na mesma habitação. Os pais e encarregados de educação deverão estar conscientes da importância da sua participação na vida escolar e na responsabilização do candidato pela aceitação da Proposta Educativa Salesiana.

Adequação ao perfil salesiano
       O candidato e o seu encarregado de educação devem ter posturas e princípios concordantes com a Proposta Educativa Salesiana.
Para se tornar aluno, o candidato deverá, segundo as exigências próprias da idade:
• Ser responsável e trabalhador
• Pretender frequentar a Instituição, por vontade própria
• Respeitar os colegas, professores e funcionários da escola
• Não se opor ao desenvolvimento do sentido ético e transcendente, a partir da mensagem de Jesus Cristo sobre a vida e a sociedade.

Elevado nível escolar  

      Os critérios de aceitação baseiam-se na qualificação do aluno e nos padrões de exigência do colégio.

Necessidades especiais
        Pela sua vertente social e humana, a escola está atenta a candidatos com necessidades especiais, sejam elas educativas, familiares ou de saúde. No entanto a sua aceitação depende da avaliação da possibilidade real de integração no atual ambiente escolar, tendo em conta o benefício e o progresso do candidato.

Para os alunos aceites
       Inscrição - A inscrição, mediante o respetivo pagamento, deverá ser efetuada na secretaria, no prazo de uma semana após a comunicação telefónica. Findo este prazo, a vaga ficará automaticamente disponibilizada para outro candidato. Na altura da inscrição será entregue o Regulamento Escolar, a Proposta Educativa e informações sobre as matrículas.

       Anuidade - A anuidade consta de inscrição, matrícula e nove mensalidades de setembro a maio. Os Encarregados de Educação que optem pelo pagamento por débito direto terão uma redução de 3%. Esta forma de pagamento é obrigatória para quem pretende beneficiar de algum desconto aprovado pela administração por razões sociais.

O pagamento anual pode ser feito de duas formas:

Modalidade 1 - Pagamento de nove mensalidades, ficando a crédito o valor de 7%, que poderá ser usado no pagamento de atividades extracurriculares, cantina e visitas de estudo, responsabilizando-se os pais e encarregados de educação, pelo pagamento, até ao dia 8 de cada mês, de outras despesas correntes, que ultrapassem os valores em crédito.

 Modalidade 2  - Pagamento de nove mensalidades, com um desconto de 5% no valor total a pagar, responsabilizando-se mensalmente os pais e encarregados de educação, pelo pagamento, até ao dia 8 de cada mês, de outras despesas correntes, como sejam as atividades extracurriculares, a cantina e as visitas de estudo.

      Não são devolvidos valores de inscrições ou de matrículas.

Qualquer dúvida poderá ser esclarecida na secretaria ou através dos contatos disponíveis:
Tel.: 22 589 82 50
Fax: 22 510 30 30
E-mail:
porto@salesianos.pt

Candidaturas online:
www.candidaturas.porto.salesianos.pt
 

Atividades extracurriculares

Banda Colégio Salesianos Porto (Todos os alunos) Atividade gratuita

Body Works (massagens) (Toda a comunidade educativa)

Clube de Informática (1º e 2º ciclos) Atividade gratuita

Clube de Multimédia (2º, 3º ciclos e secundário)

Clube de Ténis de Mesa (Todos os alunos)

Clube de Voleibol (1º, 2º ciclos e 7º ano)

Clube de Xadrez (Todos os alunos)

Coro Colégio Salesianos Porto (1º e 2º ciclos) Atividade gratuita

Dá corda aos sapatos (Poesia, Literatura e Artes Plásticas) (Toda a comunidade educativa)

Dança (Zumba Fitness) (Toda a comunidade educativa)

Escola de Ballet (Pré-escolar e 1º ciclo)

Escola de Futsal (Pré-escolar, 1º e 2º ciclos)

Escola de Música (Todos os alunos)

Escola de Natação FC Porto (Pré-escolar e 1º ciclo)

Oficina de Jogos Matemáticos (2º, 3º ciclos e secundário) Atividade gratuita

Oficina de Línguas (2º, 3º ciclos e secundário) Atividade gratuita

Grupo de Teatro Colégio Salesianos Porto (2º, 3º ciclos e secundário)